Numa praia deserta ela virtualmente entrava no cio

Numa praia deserta ela virtualmente entrava no cio

Este relato é um presente especial para uma pessoa muito legal que conheci!



(escrito por Kaplan)
Graças a este blog fiquei conhecendo uma carioquinha linda, chamada P. Ela comentou alguns contos, eu agradeci e daí começamos uma amizade virtual, cheia de intimidades. E até fotos sensuais foram trocadas, despertando a curiosidade em nos conhecer.

A oportunidade surgiu quando ela me falou de seu aniversário próximo. Fiz uma surpresa. Fui até onde ela morava e me apresentei. Ela ficou branca de susto, mas logo se recompôs e saímos de sua casa e fomos para uma praia bem perto. Como era segunda feira, a praia estava praticamente deserta, e pelos olhares que ela me dava, eu começava a adivinhar que o tesão se instalara. Em mim também, é claro. 

Quando ela tirou o shortinho e a camiseta e me revelou seu corpo mal coberto por um biquíni diminuto, fiquei excitado. Seios pequenos, como eu gosto, bumbum maravilhoso.

Ficamos andando por ali, de mãos dadas, conversando, sorrindo, meio constrangidos pelo conhecimento real. Mas não demorou para que as coisas se transformassem. Ao comprovarmos que a praia estava deserta ou quase isso, só se viam algumas pessoas a quilômetros de distância, resolvemos aproveitar.

Dos abraços e encoxadas, passamos aos beijos e aos amassos. Tirei o sutiã do biquíni e pude admirar, pegar, beijar e morder os seios lindos que P. tem. E ela sentiu meu pau endurecido encostando em suas coxas. Pegou nele, sorriu, ajoelhou-se e tirou minha sunga e me fez um boquete sensacional. 

As ondas do mar chegavam até onde nós estávamos, molhava o bumbum dela e minhas pernas e ela continuava me chupando. Até que resolvi agir, tirei aquela calcinha que me escondia uma bucetinha e uma bundinha maravilhosas, deitei-me na areia, coloquei-a sentada em minha frente e minha língua foi percorrer aqueles locais que eu via e sentia pela primeira vez.

Enfiei minha língua o mais profundamente que pude, lambi o grelinho e ouvi os primeiros gemidos de P. 

Depois, mantendo-a sentada na areia, fiquei de joelhos, oferecendo meu pau para ser novamente chupado por ela e enfiei dois dedos em sua bucetinha, e fiquei fazendo o movimento de vai e vem com eles e deixando-a já transtornada.

– Me come – ela pediu.

Então eu a coloquei deitada de bruços na areia, levantei a bundinha e enfiei meu pau na bucetinha dela, por trás e comecei a bombar. Ela reagiu aumentando o ritmo e o volume dos gemidos, que chegavam a obscurecer o barulho das ondas quebrando perto de nós. 

Enlouquecida, ela se levantou, me jogou ao chão e sentou-se em meu pau, pulando freneticamente. O sol escaldante daquela manhã fazia com que o corpo dela brilhasse de suor, os cabelos dela ficavam presos pela umidade, e ela pulava sem parar. 
Quando ela, finalmente, deu mostras de cansaço, só a puxei para o lado e continuei metendo, de ladinho. Senti quando ela teve seu orgasmo, mas continuei bombando. 

Eu sabia, porque ela já tinha me falado isso, que ela adorava dar o cuzinho também. E foi ele que eu preparei para receber minha pica. Enfiei um dedo, depois dois e finalmente meu pau foi conhecer aquele buraquinho quentinho dela. E sentindo o aperto, não demorei muito a gozar lá dentro. Ficamos os dois deitados na areia, depois entramos no mar. Nadamos um pouco, ainda pelados, ainda sorrindo pelo nosso primeiro encontro, pelos nossos gozos.

Vimos que a praia já não estava tão deserta. Vestimos nossas roupas e saímos de lá. 

– Hoje eu sou toda sua. Não quero voltar para casa, tem gente lá. Me leve para um motel.

Foi o que fiz e passamos a tarde inteira trepando sem parar. Até que à noite, me despedi dela.

– Você voltará?

– Quem sabe? Hoje foi tão bom que deu vontade de ficar para sempre, mas não é possível, você sabe porquê… 

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