Pregar uma peça e tudo terminar na cama num belo ménage!



(escrito por Kaplan)
Um amigo meu, o Fábio, nos convidou para visitá-lo na cidade para onde ele havia se mudado. Eu pressenti que havia algo no ar, pois sempre percebera os olhares dele para a Meg, mas não comentei nada. Era esperar para ver. 

Ele ficou feliz quando chegamos, nos levou ao apartamento dele, pequeno, mas bem arrumado. Estávamos cansados, a Meg quis tomar um banho, ele nos deixou na suíte e foi para o outro quarto. Eu, novamente, percebi olhares cheios de tesão dele. E resolvi dar uma mãozinha para que a coisa acontecesse.

Deixei a Meg no chuveiro e fui até o quarto dele.

– Precisa de alguma coisa, Kaplan?

– Preciso de uma informação. Você é a fim da Meg, não é?

O cara levou um susto, gaguejou e acabou confessando que sim.

– Então levante-se daí e venha comigo.

Levei-o até nossa cama, mandei que ele tirasse a roupa e se deitasse. Eu o cobri, inclusive a cabeça, deixei apenas os pés e parte das pernas descobertas. Falei com ele para esperar, deixei a luz principal apagada, só um abajur fraquinho iluminando pouco o ambiente. Fui até a porta do banheiro e falei com a Meg que ia me deitar, mas que queria ganhar um boquete quando ela saísse. Ela riu e falou que seria feito.

Então saí do quarto e fiquei no corredor esperando para ver o que ia acontecer. 

E vi quando ela saiu do banheiro, já acabando de se enxugar, jogou a toalha sobre uma cadeira e subiu na cama. Viu os pés dele, as pernas, passou a mão nas pernas e descobriu o pau, que estava duro, lógico, o Fábio estava morrendo de tesão com o que iria acontecer. E ela pegou no pau dele e o chupou deliciosamente.

Ele não aguentou, apareceu para ela que quase morreu de susto.

– Fábio, o que você está fazendo aqui?

– Seu marido, aquele louco, mandou eu vir prá cá. 


Ela se acalmou, sorriu e entendeu tudo. Então continuou a dar o trato no pau do Fábio e ele logo retribuiu, sugando os seios dela e enfiando um dedo na xotinha e deixando-a tão maluca quanto ele para transar.

De onde eu estava, com o corredor escuro, e o quarto com pouca iluminação, eu só via os movimentos dos dois, ouvia os gemidos dela e percebi que ele a estava comendo de ladinho. E ele meteu muito, e depois sentou-se na barriga dela e gozou no rosto da Meg.

Fui até a cozinha, peguei algumas latinhas de cerveja e entrei no quarto.

– Vamos comemorar!

Bebemos, depois explicamos para ele que estava sem entender porque eu havia permitido aquilo. E a Meg quis mais, agora com duas picas a seu dispor ela não iria perder a chance de uma DP. 

Tivemos de fazer, com muito prazer! E ele foi contemplado com o cuzinho, já que havia se aproveitado antes da bucetinha dela.

Ficamos o fim de semana lá e nem saímos para conhecer a cidade. Ficamos na cama, na sala, na cozinha, sempre pelados e sempre transando. 
Belo fim de semana ele nos proporcionou! Tivemos de prometer que voltaríamos e que quando ele fosse à nossa cidade se hospedaria conosco.
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